As aventuras de um zumbi com crise existencial
Desde que Stephenie Meyer começou a escrever, falar mal de literatura de segunda perdeu a graça. São tantas atrocidades cometidas pela moça contra a literatura que fica dificil superar. A própria obra é sua maior crítica.
Eu, particularmente, já tinha prometido a mim mesmo que não perderia tempo analisando literatura teen dos anos 00. Mas, este título me chamou a atenção por dois motivos: O primeiro foi me fazer lembrar do comentário que fiz quando vi o livro Fallen: "Agora eles vão pegar todos os seres sobre naturais e fazer versões Romeu & Julieta. A coisa vai toda pro buraco quando fizerem uma versão zumbi de Crepusculo". O segundo foi este comentário da autora de Crepúsculo: "Nunca pensei que poderia gostar tão apaixonadamente de um zumbi. Fiquei pensando na história muito tempo depois de acabar de ler o livro.
Antes de qualquer coisa vamos ao anúncio do livro: "R é um jovem vivendo uma crise existencial - ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos.
Antes de qualquer coisa vamos ao anúncio do livro: "R é um jovem vivendo uma crise existencial - ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos.
